No Bico do Corvo
Será que funciona? 

Corvo, é duro ficar avaliando situações como são esses bloqueios de ruas e bairros. A gente vê todo um esforço, mas por outro lado, há pessoas que não dão a mínima, basta analisar o esforço que fazem para furar o controle, sem dar satisfação a ninguém. Muito feio isso, de um lado centenas de pessoas trabalhando e de outro, pessoas travessando no meio do mato, milharal, derrubando as cancelas. Se fizer uma pesquisa, verá que boa parte da população topa fazer um boqueio geral, um lockdown e toda a cidade. 
Lauro R. Mattos

O Corvo responde: do jeito que a situação está evoluindo é o que pode acabar acontecendo, ou seja, um lockdown em todo o perímetro de Foz do Iguaçu. A medida pode sim ser decretada, para atenuar o comprometimento dos leitos de UTI. 

Agilidade
O prefeito Chico "se virou nos 30", literalmente. A situação ficou muito crítica no final de semana, com a ocupação de 100% dos leitos do Hospital Municipal, o jeito foi adaptar os leitos de enfermaria, onde ainda há disponibilidade. Ontem a prefeitura anunciou a disponibilidade de cinco leitos e até o final da semana, mais 5. 

Saída estratégica
Como Foz não possui um hospital de campanha, a saída foi pensar em estrutura física existente e que depois da pandemia, estará à disposição da comunidade. É aí que surge o lado eficiente dos anúncios das altas do covid-19: cada pessoa que se recupera e deixa o leito, cede o espaço para outro. A recuperação, em verdade, é muito mais importante do que outra coisa. 

Planos de Saúde
Isso vai causar uma rebordosa, porque nem todas as operadoras de planos de saúde concordam em bancar os testes de Covid-19. Com o anúncio da obrigação em realizar os testes, já houve uma corrida em busca das pessoas saberem se já pegaram ou não a doença.

Fiscalização
Há várias equipes compondo a força-tarefa de fiscalizar o cumprimento dos decretos para combater o covid-19 em Foz, mas as autuações são poucas e olhando os relatórios, muitas situações são "improcedentes". Em realidade, muitas denúncias "batem na trave". 

Desafios
O tema é profundo e chama a atenção de muitos interessados. Hoje às 17 horas, entram em debate "os desafios para o desenvolvimento das fronteiras", com a participação de técnicos que entendem do assunto. Fique ligado.    

Faz a diferença
Parece que não, mas é muito importante as pessoas saberem se pegaram a doença ou não. Pegar a covid-19 transforma a vida das pessoas num caminhão de dúvidas, porque em primeira mão, todo mundo acredita que pode morrer. Com a sazonalidade dos casos e o fato da doença agir diferentemente de um para outro, deveria ser o suficiente para todo mundo se cuidar. No entanto, ainda há os que desafiam essa "loteria". 

Erros no currículo
Que situação se meteu o novo ministro da Educação? Será que ele se tornará a Viúva Porcina da vez, aquela que foi sem nunca ter sido? Bastou anunciarem para os cursos irem aos poucos desaparecendo. Que barbaridade! Tá difícil do Bolsonaro acertar uma, ultimamente. 

Muito melhor...
Mas comparado com Abraham Weintraub, o anunciado é vinho de pipa francesa, da melhor qualidade, com ou sem os cursos que imprimiu no currículo e que agora estão em discussão. Carlos Decotelli, pelo visto, não troca o "ç" pelo "s". 

Sem controle
Corvo essa notícia ninguém queria ouvir: o Paraguai pode atrasar a abertura da ponte em razão do aumento do número de casos da Covid-19. Que tristeza? E eu achava que tudo estava às mil maravilhas do lado de lá? Fiquei muito pra baixo, quando soube disso.
Marco Antônio R. Siqueira.

O Corvo responde: prezado, não está bom para ninguém. O governo do Paraguai sabia, antecipadamente, que não seria fácil segurar as pessoas em casa. Mesmo assim estão investindo pesado para não deixar a doença escapar, o que seria uma tragédia sem precedentes, uma vez que o sistema de saúde é frágil no país vizinho.  

Flávio chega amanhã
O GDia resolveu implementar ajustes e eles não serão poucos. A direção da empresa jornalística está avaliando uma série de novidades e a primeira delas, é a parceria com o jornalista Flávio Ricco, cujo conteúdo vem se ajustar aos novos tempos. Ele ocupará uma página inteira no Caderno 2, tratando dos bastidores da televisão, onde estamos ligados boa parte do tempo. Sabemos o que passa na telinha, e isso aguça a curiosidade do que há por traz das produções. É aí que o Flávio faz a diferença. Tê-lo conosco fará a diferença. 

Novos rumos
O colunista Douglas Dias deixará de publicar o conteúdo impresso amanhã. A mudança se faz necessária por vários aspectos e o mais importante, é um novo trabalho que ele começa a desenvolver. Para isso, necessita total concentração por uns tempos. Houve uma conversa com a direção do jornal e resolveu-se aproveitar o período pandêmico para iniciar um projeto assim, ambicioso e de amplitude. Douglas é um companheiro responsável e que jamais, em tempo algum, falhou no envio de sua coluna, traduzindo seriedade e a imagem de uma sociedade ativa, empresarial, conceitual, voltada para grandes projetos, sempre com bom gosto e requinte. O colunista sempre foi muito "pra cima" e é a sua característica de vida. O "novo Douglas" será um sucesso e os leitores podem começar a esfregar as mãos, porque ele virá com tudo.