Idgar Dias Júnior
Quatro ministros da saúde

Olá, leitor! Tudo bem?

Hoje, quinta-feira, dia 25 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia da Constituição’. 


    Também hoje se comemora o:
    • Dia Nacional da Comunidade Árabe;
    • Dia Nacional do Oficial de Justiça;
    • Dia do Especialista de Aeronáutica;
    • Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravatura e do Comércio Transatlântico de Escravos;
    • Dia internacional da Solidariedade da Pessoa Detenta ou Desaparecida; e
    • Dia Nacional do Orgulho Gay.

 

Quatro ministros da saúde
O presidente Jair Bolsonaro troca seus ministros da Saúde à razão de um a cada sete meses. Incrível, considerando-se que o País ora enfrenta a maior crise sanitária de sua história, com mais de 300 mil mortos até então – e com viés de alta neste número sinistro e macabro.
Nesta semana eles, ex-ministros e atual ministro, fizeram afirmações que dão bem noção do que nos espera.
De Luiz Henrique Mandetta: “O ministro que está saindo, que é o Pazuello, aceitou o cargo com o compromisso de não ser ministro. É o primeiro ministro ‘não-ministro’ da Saúde da história do Brasil. O outro que vem, o entrante, a primeira declaração é que a política é do governo, não do ministério. A primeira ação que ele (Queiroga) fala que vai fazer é ‘eu vou nos hospitais inspecionar para saber se o número de óbitos é de covid’. Antevemos talvez um próximo ‘não-ministro’ na Saúde”.
De Nelson Teich: “Neste momento, você tem que fazer (o lockdown). Não tem opção. Quando você avalia isso aí, você tem que saber quem é suscetível, quem está infectado e quem se recuperou. É uma forma de você criar um modelo e adotar novas soluções. Se você não faz isso, acontece o que estamos presenciando desde o começo: é uma ida e vinda sem parar. Quando melhora um pouco, você libera (as atividades comerciais). Piorou, você trava de novo. A doença é que comanda. A gente não está com ela na mão. É ela que está comandando até hoje”, sentenciou. “Sem informação, você navega às cegas”.
De Eduardo Pazuello: bem, nesta semana o general Eduardo Pazuello entregou seu cargo, mas não é possível esquecer o que ele disse em 16 de dezembro de 2020: “O povo brasileiro tem capacidade de ter o maior sistema único de saúde do mundo, de ter o maior programa nacional de imunização do mundo, somos os maiores fabricantes de vacinas da América Latina. Para que essa ansiedade, essa angústia?”
E de Marcelo Queiroga, que chega, temos que: “Participamos de uma reunião de alto nível caracterizada pela harmonia entre os poderes. A conclusão é que precisamos fortalecer o sistema de saúde, articulado nos três níveis: União, estados e municípios para prover à população brasileira, com agilidade, uma campanha de vacinação que possa atingir uma cobertura vacinal capaz de reduzir a circulação do vírus”.

Oráculo


Se liga, Brasil!

Ontem o governo central fez saber a todos os brasileiros que agora, depois de mais de 300 mil mortos, o País poderá contar com um Comitê Nacional de Gestão dos problemas decorrentes da pandemia da Covid-19.
Bobagem. A reunião para definição de rotinas e prioridades não contou com a presença dos maiores interessados no assunto, os prefeitos - que são, ao fim e ao cabo, a tão falada ‘ponta da linha’.

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Sorte e saúde sempre!