Idgar Dias Júnior
Idgar Dias Júnior
Oráculo

Olá, leitor! Tudo bem?

Hoje, terça-feira, dia 30 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Mundial da Juventude’.


Também hoje se comemora o ‘Dia Mundial do Transtorno Bipolar’.
Esta data foi escolhida para celebrar o ‘Dia Mundial do Transtorno Bipolar’ em razão do aniversário de Vincent Van Gogh, um dos principais expoentes da pintura pós-impressionista. Após a morte do artista plástico holandês, estudos indicaram que, possivelmente, ele seria portador do transtorno bipolar. Donde a escolha desta data em sua homenagem.
 
Oráculo

Estranho no ninho


Declarado suspeito pela Segunda Turma do Supremo Tribunal, Sergio Moro ficou numa situação meio girafa no seu novo emprego. Ele foi contratado pelo escritório de consultoria Alvarez & Marsal como seu sócio-diretor, trabalhando em Washington.
Com 5.200 funcionários, a Alvarez & Marsal tem 35 anos de existência e atua em 25 países com 65 escritórios. Moro será o único advogado ficha-suja da empresa.
Nos Estados Unidos ficha é ficha, suja ou limpa.
Comentário: a nota acima, do jornalista Elio Gaspari, foi publicada no jornal ‘O Globo’ de domingo, 28. O jornalista em tela é um exemplo a ser seguido – desde que a abordagem não trate do mesmo tema acima, isto é, do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro ou quando se tratar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Isto porque o jornalista Elio Gaspari é um fã quase incondicional, apaixonado do ex-presidente. O que, portanto, explica sua pouca boa vontade com o ex-juiz, tá certo?

Manda quem pode


A saída de Ernesto Araújo da pasta de Relações Exteriores deixa claro, muito claro, que agora quem dá as cartas é o ‘Centrão’, tá certo?
A saída do agora ex-chanceler talvez seja só o início de um processo do tipo que a maioria das pessoas sabe como inicia, mas ninguém sabe como termina. A conferir.

 

Cuidemo-nos

Um boletim que circulou nas redes sociais no fim do último domingo dava conta de 14 mortes em 24 horas em Foz do Iguaçu. Uma tragédia!
E a gente não deve e não pode ‘deixar a corda bambear’. O número em questão não deixa dúvidas, tá certo? Insistindo: máscara sempre que for possível, lavar as mãos todo o tempo, álcool gel à vontade e muito distanciamento social – enquanto a vacinação não vem!

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Sorte e saúde sempre!

Quatro ministros da saúde

Olá, leitor! Tudo bem?

Hoje, quinta-feira, dia 25 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia da Constituição’. 


    Também hoje se comemora o:
    • Dia Nacional da Comunidade Árabe;
    • Dia Nacional do Oficial de Justiça;
    • Dia do Especialista de Aeronáutica;
    • Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravatura e do Comércio Transatlântico de Escravos;
    • Dia internacional da Solidariedade da Pessoa Detenta ou Desaparecida; e
    • Dia Nacional do Orgulho Gay.

 

Quatro ministros da saúde
O presidente Jair Bolsonaro troca seus ministros da Saúde à razão de um a cada sete meses. Incrível, considerando-se que o País ora enfrenta a maior crise sanitária de sua história, com mais de 300 mil mortos até então – e com viés de alta neste número sinistro e macabro.
Nesta semana eles, ex-ministros e atual ministro, fizeram afirmações que dão bem noção do que nos espera.
De Luiz Henrique Mandetta: “O ministro que está saindo, que é o Pazuello, aceitou o cargo com o compromisso de não ser ministro. É o primeiro ministro ‘não-ministro’ da Saúde da história do Brasil. O outro que vem, o entrante, a primeira declaração é que a política é do governo, não do ministério. A primeira ação que ele (Queiroga) fala que vai fazer é ‘eu vou nos hospitais inspecionar para saber se o número de óbitos é de covid’. Antevemos talvez um próximo ‘não-ministro’ na Saúde”.
De Nelson Teich: “Neste momento, você tem que fazer (o lockdown). Não tem opção. Quando você avalia isso aí, você tem que saber quem é suscetível, quem está infectado e quem se recuperou. É uma forma de você criar um modelo e adotar novas soluções. Se você não faz isso, acontece o que estamos presenciando desde o começo: é uma ida e vinda sem parar. Quando melhora um pouco, você libera (as atividades comerciais). Piorou, você trava de novo. A doença é que comanda. A gente não está com ela na mão. É ela que está comandando até hoje”, sentenciou. “Sem informação, você navega às cegas”.
De Eduardo Pazuello: bem, nesta semana o general Eduardo Pazuello entregou seu cargo, mas não é possível esquecer o que ele disse em 16 de dezembro de 2020: “O povo brasileiro tem capacidade de ter o maior sistema único de saúde do mundo, de ter o maior programa nacional de imunização do mundo, somos os maiores fabricantes de vacinas da América Latina. Para que essa ansiedade, essa angústia?”
E de Marcelo Queiroga, que chega, temos que: “Participamos de uma reunião de alto nível caracterizada pela harmonia entre os poderes. A conclusão é que precisamos fortalecer o sistema de saúde, articulado nos três níveis: União, estados e municípios para prover à população brasileira, com agilidade, uma campanha de vacinação que possa atingir uma cobertura vacinal capaz de reduzir a circulação do vírus”.

Oráculo


Se liga, Brasil!

Ontem o governo central fez saber a todos os brasileiros que agora, depois de mais de 300 mil mortos, o País poderá contar com um Comitê Nacional de Gestão dos problemas decorrentes da pandemia da Covid-19.
Bobagem. A reunião para definição de rotinas e prioridades não contou com a presença dos maiores interessados no assunto, os prefeitos - que são, ao fim e ao cabo, a tão falada ‘ponta da linha’.

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Sorte e saúde sempre!

Nós e a OCDE

Olá, leitor! Tudo bem?
 

 • Hoje, quarta-feira, dia 24 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Mundial de Combate à Tuberculose’.

 • Também hoje se comemora o ‘Dia Internacional para o Direito à Verdade sobre Graves Violações dos Direitos Humanos e pela Dignidade das Vítimas’.

 • A data também é de celebração do ‘Dia da União dos Povos Latino-Americanos’.


Nós e a OCDE

Lembra-se, caro leitor, da celeuma criada por Jair Bolsonaro a respeito da entrada do Brasil na OCDE? E lembra-se da ‘pernada’ que levamos de Donald Trump, que prestigiou outros países em detrimento do ‘nosso Brasil’?
Pois é, diplomacia internacional não é coisa para aprendizes, para iniciantes, para amadores do tipo de um Ernesto Araújo da vida – agora muito mais sabemos em razão de exemplos claríssimos.
E se antes estávamos longe de alcançar tal meta, agora as coisas pioraram substancialmente, do que dá provas uma manifestação do procurador federal Deltan Dallagnol, que dispensa apresentações: “Fim da Lava Jato, Lei de Abuso de Autoridade e outros retrocessos no combate à corrupção no Brasil levaram o grupo de trabalho anticorrupção da OCDE a criar subgrupo de monitoramento no País, com Itália, EUA e Noruega. Algo raríssimo contra algo gravíssimo”.

A carta tardia do PIB
Entenderam que não adianta ter dinheiro para pagar UTI aérea para Miami?

Quer dizer que foi preciso um ano de pandemia, quase 300 mil cadáveres, o colapso dos hospitais e um tombo colossal na economia para que parte expressiva do PIB se manifestasse publicamente sobre a catástrofe humanitária que nos põe de joelhos? Tirante honrosas exceções que assinam a carta divulgada neste fim de semana, a maioria permanecera em indiferente pachorra.
São mais de 500 assinaturas; alguns sobrenomes reluzentes, de banqueiros, empresários, ex-ministros, ex-dirigentes do Banco Central e economistas que, até outro dia, clamavam pela urgência das reformas, mas não mostravam a mesma preocupação com a premência de salvar vidas.
Muitos até devem ter achado, como disse o famoso animador de auditório, que Bolsonaro teria uma "chance de ouro de ressignificar a política", seja qual for o sentido disso no dialeto da Faria Lima. Agora, com as UTIs dos hospitais privados lotadas, parecem ter despertado do modo "repouso em berço esplêndido".
O que mudou? Entenderam que não adianta ter dinheiro para pagar UTI aérea para Miami? Que não somos bem-vindos em nenhum país porque cevamos um criadouro de variantes agressivas do vírus? Que estamos todos na mesma tormenta, embora milhões a enfrentem agarrados a um pedaço de pau e pouquíssimos em um transatlântico? Simplesmente perceberam que Paulo Guedes não tem força para demolir o Estado, como esperavam ? Ou a soma disso tudo?
Com tal carta, nossa elite mostra como é elástica sua tolerância diante de uma tragédia que atinge principalmente os mais pobres. Ao ler o documento, procurei menção a, quem sabe, aumento de imposto sobre suas imensas fortunas. Nenhum palavra. Apesar de tardia, a carta pode até ajudar a controlar rompantes autoritários de Bolsonaro. Daí a conter o genocídio que nos abate há longa distância. Para isso, é preciso combinar com os mercenários e franco atiradores do Centrão. E enquanto você lê esse texto, mais um coração brasileiro parou de bater.
Artigo da jornalista e escritora Cristina Serra publicado na Folha de São Paulo.

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Sorte e saúde sempre!

O grande chanceler

Olá, leitor! Tudo bem?


- Hoje, terça-feira, dia 23 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Mundial da Meteorologia’.

- Também hoje se comemora o ‘Dia do Optometrista’.

Pois é

O grande chanceler
Com o Brasil assumindo a liderança do número de mortes diárias, o ministro Ernesto Araújo realizou seu sonho:
“Talvez seja melhor ser esse pária deixado ao relento, deixado de fora, do que ser um conviva no banquete no cinismo interesseiro dos globalistas, dos corruptos e semicorruptos”.
Comentário: o nota, do jornalista Elio Gaspari, foi publicada no domingo retrasado (14) na Folha de São Paulo.
Esta semana o Brasil ultrapassará a marca de mais de 300 mil mortos pela pandemia da Covid-19 e as previsões que chegam são sinistras: para além da falta de leitos de UTI, com muita gente morrendo na fila à espera de uma vaga, há ainda a ameaça no ar dando conta de que vai faltar oxigênio em muitas cidades País afora e, pior ainda, começam a faltar medicamentos e materiais para intubação de gente que chega para atendimento à beira da morte.
O chanceler brasileiro é tão chinfrim e despreparado quanto seu chefe. Todo mundo sabe que não há 'semijoia', 'semigrávida' e 'semicorruptos', como sugere Ernesto Araújo.

Veja esta
Bolsonaro arranjou para a semana que vem uma reunião em que espera receber apoio da cúpula de Judiciário e Legislativo para criar um “gabinete de crise” da epidemia (vai ocupar a sala do gabinete do ódio?). Será uma farsa, faltando saber apenas o tamanho da presepada. Para que não o fosse, Bolsonaro teria de renunciar a si mesmo.
Bolsonaro quer ganhar tempo, assim como seus cúmplices no comando do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Fará a pose do governante, no que tem sido ainda mais diminuído por prefeitos, governadores e até por Lula da Silva, que não governa coisa alguma.
Tentará sufocar conversas sobre CPIs ou coisa pior. Quem sabe ocorresse uma estabilização do número de mortes até o fim do mês. Seria resultado do trabalho de governadores e prefeitos, mas Bolsonaro, como o grande parasita que é, sugaria o esforço alheio.
Com uma mão grande, Bolsonaro afana a faina dos outros. Com a mão pesada do ferrabrás, Bolsonaro de novo volta a fazer ameaças de golpe, como em meados do ano passado. Para sua massa, seria o líder contra o caos social que adviria das políticas de distanciamento social. Para começar, sugere um estado de sítio.
Pacheco e Lira também ganham tempo até que o diálogo com Bolsonaro pela união contra a epidemia acabe por se revelar a farsa que é - ou até que as pessoas comecem a agonizar sufocadas nas calçadas dos hospitais.
O objetivo comum é conter com custo baixo a ira crescente contra o genocida. O acordão Bolsonaro-Centrão não se sustenta com fúria popular crescente. Os colaboracionistas do empresariado, assim como os cúmplices por omissão, esperam também essa água na fervura que começa.
Para que a farsa durasse pelo menos um ato, Bolsonaro teria de engolir por uns dias as imundícies que cospe sobre as políticas de distanciamento, violência agora acompanhada de ações do governo na Justiça contra estados que adotam lockdowns (fajutos, mas ok). Seria também o mínimo para não desmoralizar logo de cara o ministro da Saúde que nem assumiu, esse que anuncia que a ciência irá para o governo.
Quanto mais tempo levar a farsa, melhor para a sustentação do grande acordo de morte entre Centrão, Bolsonaro e o grosso da elite econômica.
Em abril, começa a ser pago o auxílio emergencial. Há uma chance de estados e cidades conterem a explosão contínua de mortes na virada do mês, a tal estabilização do horror. Neste mundo sem Deus e em um país que aceita quase 3.000 mortes por dia, tudo é possível. O tombo da economia e os 100 mil cadáveres extras até o fim de abril já estão no preço da política e da elite.
Artigo do jornalista Vinícius Torres Freire publicado na Folha de São Paulo no último domingo, 21.

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Sorte e saúde sempre!

O grande chanceler

Olá, leitor! Tudo bem?


- Hoje, terça-feira, dia 23 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Mundial da Meteorologia’.

- Também hoje se comemora o ‘Dia do Optometrista’.

Pois é

O grande chanceler
Com o Brasil assumindo a liderança do número de mortes diárias, o ministro Ernesto Araújo realizou seu sonho:
“Talvez seja melhor ser esse pária deixado ao relento, deixado de fora, do que ser um conviva no banquete no cinismo interesseiro dos globalistas, dos corruptos e semicorruptos”.
Comentário: o nota, do jornalista Elio Gaspari, foi publicada no domingo retrasado (14) na Folha de São Paulo.
Esta semana o Brasil ultrapassará a marca de mais de 300 mil mortos pela pandemia da Covid-19 e as previsões que chegam são sinistras: para além da falta de leitos de UTI, com muita gente morrendo na fila à espera de uma vaga, há ainda a ameaça no ar dando conta de que vai faltar oxigênio em muitas cidades País afora e, pior ainda, começam a faltar medicamentos e materiais para intubação de gente que chega para atendimento à beira da morte.
O chanceler brasileiro é tão chinfrim e despreparado quanto seu chefe. Todo mundo sabe que não há 'semijoia', 'semigrávida' e 'semicorruptos', como sugere Ernesto Araújo.

Veja esta
Bolsonaro arranjou para a semana que vem uma reunião em que espera receber apoio da cúpula de Judiciário e Legislativo para criar um “gabinete de crise” da epidemia (vai ocupar a sala do gabinete do ódio?). Será uma farsa, faltando saber apenas o tamanho da presepada. Para que não o fosse, Bolsonaro teria de renunciar a si mesmo.
Bolsonaro quer ganhar tempo, assim como seus cúmplices no comando do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Fará a pose do governante, no que tem sido ainda mais diminuído por prefeitos, governadores e até por Lula da Silva, que não governa coisa alguma.
Tentará sufocar conversas sobre CPIs ou coisa pior. Quem sabe ocorresse uma estabilização do número de mortes até o fim do mês. Seria resultado do trabalho de governadores e prefeitos, mas Bolsonaro, como o grande parasita que é, sugaria o esforço alheio.
Com uma mão grande, Bolsonaro afana a faina dos outros. Com a mão pesada do ferrabrás, Bolsonaro de novo volta a fazer ameaças de golpe, como em meados do ano passado. Para sua massa, seria o líder contra o caos social que adviria das políticas de distanciamento social. Para começar, sugere um estado de sítio.
Pacheco e Lira também ganham tempo até que o diálogo com Bolsonaro pela união contra a epidemia acabe por se revelar a farsa que é - ou até que as pessoas comecem a agonizar sufocadas nas calçadas dos hospitais.
O objetivo comum é conter com custo baixo a ira crescente contra o genocida. O acordão Bolsonaro-Centrão não se sustenta com fúria popular crescente. Os colaboracionistas do empresariado, assim como os cúmplices por omissão, esperam também essa água na fervura que começa.
Para que a farsa durasse pelo menos um ato, Bolsonaro teria de engolir por uns dias as imundícies que cospe sobre as políticas de distanciamento, violência agora acompanhada de ações do governo na Justiça contra estados que adotam lockdowns (fajutos, mas ok). Seria também o mínimo para não desmoralizar logo de cara o ministro da Saúde que nem assumiu, esse que anuncia que a ciência irá para o governo.
Quanto mais tempo levar a farsa, melhor para a sustentação do grande acordo de morte entre Centrão, Bolsonaro e o grosso da elite econômica.
Em abril, começa a ser pago o auxílio emergencial. Há uma chance de estados e cidades conterem a explosão contínua de mortes na virada do mês, a tal estabilização do horror. Neste mundo sem Deus e em um país que aceita quase 3.000 mortes por dia, tudo é possível. O tombo da economia e os 100 mil cadáveres extras até o fim de abril já estão no preço da política e da elite.
Artigo do jornalista Vinícius Torres Freire publicado na Folha de São Paulo no último domingo, 21.

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Explicando


Olá, leitor! Tudo bem?


• Hoje, sexta-feira, dia 19 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia do Carpinteiro’.

• Também hoje se comemora o ‘Dia do Marceneiro’.

• A data também é de celebração do ‘Dia Nacional do Artesão’.

• Por fim, hoje os católicos comemoram o ‘Dia de São José’.



Há distinção entre o carpinteiro e o marceneiro, leitor! Pode-se dizer que a diferença entre o carpinteiro e o marceneiro está no processo de trabalhar a madeira. A jornada de trabalho de um carpinteiro realiza-se num canteiro de obras ou serviços. O marceneiro passa a maior parte de seu tempo numa bancada, cortando, encaixando e entalhando peças e objetos.
A carpintaria é voltada para uma produção mais industrial, como a fabricação de peças de madeira para a construção civil, por exemplo. A marcenaria, por outro lado, possui processos mais artísticos e mais detalhistas, e é voltada para a fabricação de móveis planejados, por exemplo.

Timing
Todo mundo já sabe que se o governo tivesse apostado forte nas quatro vacinas mais ‘badaladas’ até aqui, não gastaria nem metade do que vai gastar com o auxílio emergencial, R$ 44 bilhões.
Mas não é só isso: gastaria muitíssimo menos e cobriria muitíssimo mais pessoas com vacinação sendo feita em massa.
O auxílio emergencial será pago nos  meses de abril, maio, junho e julho. Nem a ‘Velhinha de Taubaté’ acredita que isso não seja fruto do famigerado CÁLCULO ELEITORAL, tá certo? Tá. Mas acontece que o efeito dessa medida não vai durar até o tempo da campanha à reeleição do atual governo que, vamos combinar, só pensa nisso.
É de se apostar que os colapsos hospitalar, sanitário e funeral -que veem a seguir- terão efeito mais duradouro e, portanto, devastador sob o ponto de vista do capital político e de popularidade do presidente da República. A conferir.

Oráculo


Nós & Eles
O signatário detesta discriminações e é do tipo que condena a dicotomia hoje tão presente nas redes sociais a separar o pessoal ‘do bem’ e o pessoal ‘do mal’.
Bobagem!
A Bíblia ensina, há séculos, que os corações são mais sensíveis às obras que palavras. E quem age em prol do outro e da sociedade, este sim é ‘do bem’ e não quem vive a vociferar ao teclado.
Quer um exemplo, leitor?
Pois vá ao Hemonúcleo de Foz e tente doar sangue de bate-pronto. É bem provável que não vai ser atendido na hora, pois há uma imensa fila de doadores agindo em prol do outro, ou seja, agindo em vez de só falar, falar, falar...
O Hemonúcleo de Foz fica ao lado do Hospital Costa Cavalcanti, na Vila A: 3576-8020 é o telefone para quem quiser agendar uma doação que vai salvar uma vida, certamente. Seja do bem!

  Bom final de semana, leitor!

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Guerra do Paraguai

 

Olá, leitor! Tudo bem?

• Hoje, quinta-feira, dia 18 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Nacional da Imigração Judaica’.

História

Guerra do Paraguai
Nesta data, em 1865, o Paraguai declarou guerra à Argentina.
Detalhe: a Guerra do Paraguai iniciou-se em dezembro de 1864 e terminou em março de 1870. Sim, leitor, a guerra durou mais de cinco anos. E destruiu o Paraguai.
Veja mais no link que segue: https://brasilescola.uol.com.br/guerras/a-guerra-paraguai.htm


Oráculo


Veja só

As notícias que chegam dão conta de que a Polícia Federal foi acionada pelo diligente ministro da Justiça, André Mendonça (que muitos preferem chamar de André ‘Mudança’), para que investigue um sociólogo e um microempresário que, pelo jeito, mandaram confeccionar duas placas de outdoor que, como se vê, tecem elogios desairosos ao presidente da República.
Ali nos outdoors vai escrito: “Cabra à toa. Não vale um pequi roído. Palmas quer impeachment já”.
Veja, leitor, como são as cousas: quando deputado federal, Jair Bolsonaro defendia (ainda defende) os torturadores dos tempos da ditadura militar (que ele diz até hoje que não existiu) e até fuzilamento de gente como FHC; nada foi feito para ao menos acusá-lo de tamanha descompostura. Bem, com outro a dizer os mesmos impropérios no futuro a gente saberá o que fazer; a lição está dada.
Pergunta: com tantos crimes horrorosos ocorrendo Brasil afora, será que a  eficiente Polícia Federal do Brasil não teria mais o que fazer?

Fala que eu te escuto

“O Marcelo Queiroga reza na mesma cartilha. Eu vou entregar um ministério funcionando. Está tudo pronto. Ele vai ter conhecimento técnico para navega por esta ferramenta em prol do Brasil”.
Do ainda ministro da Saúde Eduardo Pazuello, sobre seu substituto na pasta.
Comentário: no momento em que este signatário escreve estas linhas, o portal na internet do jornal ‘O Globo’ enuncia que “Militares não querem Pazuello de volta ao Exército e são contra cargo no governo sem general ir para a reserva”.
É a mesma situação do Bento Carneiro, vampiro brasileiro, ‘aquele que vem do aquém do além adonde que vive os morto’, que era disputado por Irda e Arda; a Irda queria que ele ficasse com a Arda e a Arda queria que ele ficasse com a Irda. ‘Mizéra’..!
 
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História


'Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade'.
George Orwell

Olá, leitor! Tudo bem?


 - Hoje, quarta-feira, dia 17 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Nacional do Mel’;

 - Também hoje se comemora o ‘Dia Internacional da Marinha’.

História

No dia 17 de março de 2014, a Polícia Federal deflagrou a operação que viria a ser conhecida como Lava Jato, unificando quatro investigações que apuravam a prática de crimes financeiros e desvio de recursos públicos.
Passados sete anos, um governo cuja plataforma na campanha eleitoral era a favor da operação trabalhou como poucos para que ela fosse sufocada.

 

Oráculo


Mea culpa?
Repercutiu bastante na mídia a entrevista do vice-presidente Hamilton Mourão ao canal ‘My News’ na última segunda-feira (15): 
“Eu julgo que nós deveríamos ter, desde o começo, tido uma campanha em nível federal - uma vez que as medidas locais pertencem aos gestores e isso é inconteste -, mas uma campanha séria de conscientização da população”. (...)
“Não é uma questão de lockdown ou não lockdown, mas uma questão das pessoas entenderem que elas têm que se resguardar o máximo possível, evitando, vamos dizer, aglomerações com gente que desconhecem”. (...)
“Uma coisa é você estar em reunião em família que todo mundo você sabe de onde veio (…). Outra coisa é você ir para ambiente onde não há nenhum tipo de controle. E isso a gente deveria ter falado o tempo todo. Assim como as próprias questões mais elementares, do uso de máscara, de lavar as mãos, do uso de álcool. Acho que isso foi uma falha nossa aqui, do governo, que a gente podia ter trabalhado melhor.”

O vice-presidente Hamilton Mourão parece ser um bom camarada. Sua fala parece sintonizada com um tipo de sinal que vem do Palácio do Planalto fazendo crer que as coisas vão ser um pouco diferentes a partir da saída do irresponsável, inepto e descartável ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, que vai tarde. Só o tempo nos dirá se as coisas vão realmente mudar.
Recordar é viver! Em 1994 foi implantado no Brasil o Plano Real, contra o qual o atual presidente Jair Bolsonaro votou contra (mas deixa pra lá). A inflação era para a economia o que hoje a pandemia da Covid-19 é para a saúde pública brasileira.


Antes da promulgação do Plano Real propriamente dita, havia a tal da Unidade Real de Valor, a URV. E todos nos acostumamos a ela, todos a aceitamos. Uma URV valia CR$ 2.750,00 – dois mil e setecentos e cinquenta cruzeiros reais. Este era o seu valor em 30 de junho de 1994; no outro dia ela passou a valer R$ 1,00 – um real. E ninguém sofreu por conta disso...
E por que não sofremos? Porque o governo da ocasião investiu maciçamente em informação, investiu e insistiu na instrução do nosso povo a respeito do assunto e, assim, praticamente ninguém estranhou a nova moeda – e olhe que o País tinha e ainda tem analfabetos aos montes!
E assim, por comparação, fica fácil entender o camarada Mourão, tá certo? E fica mais fácil ainda de a gente entender a necessidade de afastar Jair Bolsonaro do Palácio do Planalto.

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Eu vim para destruir e não para agregar

Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade'.
George Orwell

Olá, leitor! Tudo bem?

Hoje, quarta-feira, dia 10 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia do Telefone’.
      No dia 10 de março de 1876, Granham Bell, considerado o inventor do telefone, registrou e patenteou a primeira transmissão de voz.
      Ainda em 1876 foi realizada nos EUA a “Exposição Centenária”. Neste evento, várias criações foram apresentadas para serem analisadas por um grupo de avaliadores.
      Na apresentação do telefone, foi realizada uma chamada entre Granham Bell e D. Pedro II, que era um dos avaliadores. Os dois estavam a uma distância de cerca de 150 metros um do outro.
      Posteriormente, D. Pedro II veio a ser dono do primeiro aparelho telefônico do Brasil.


Eu vim para destruir e não para agregar

Deu no blog do jornalista Lauro Jardim:  “Uma comparação entre a Petrobras e a britânica BP é bem instrutiva da perda de valor da estatal brasileira depois da intervenção de Jair Bolsonaro.
A Petrobras encerrou 2020 com valor de mercado superior em US$ 2 bilhões ao da BP.
A divulgação dos balanços revelou que o desempenho da Petrobras em 2020 foi superior à da BP.
Entretanto, hoje a BP vale mais US$ 90 bilhões e a Petrobras, US$ 50 bilhões.
O avanço de Bolsonaro sobre a estatal resultou em destruição de valor em níveis estratosféricos”.


Vacinação já..!
O site de notícias políticas “O Antagonista” registra que ‘mais de 2.100 prefeituras querem integrar o consórcio para comprar vacinas’. Foi o jeito encontrado pelos gestores municipais para driblar a atual inépcia, inoperância e incompetência do ministro Eduardo Pazuello.
‘A lista de prefeituras interessadas em integrar um consórcio para a compra de vacinas contra a Covid-19 já passa de 2.100 cidades. A informação foi divulgada na segunda-feira (8) pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP).
A frente fechou na sexta-feira (5) uma lista com 1.703 municípios interessados, mas o prazo para as prefeituras aprovarem projetos de lei para integrar o consórcio é 19 de março. Por isso, a FNP segue incluindo nomes no cadastro.
Na tarde [de segunda-feira], a lista já tinha 2.172 municípios, incluindo 25 capitais’.
Comentário: o Brasil tem 5.570 municípios. A esta altura dos acontecimentos, é certo que mais de dois terços deles já deve ter aderido à tal lista, tá certo?
Para alívio dos leitores e moradores da amada Foz do Iguaçu, temos a informar que nosso prefeito é um dos que incluíram a cidade que administram nessa lista.

Serviço: abaixo segue um link que dá acesso à lista, ok?

Acesse: https://multimidia.fnp.org.br/biblioteca/documentos/item/930-lista-atualizada-4-3-21-11h-municipios-que-manifestaram-interesse-em-aderir-ao-consorcio-publico-para-compra-de-vacinas

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Gente coisa é outra fina

'Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade'.
George Orwell

Olá, leitor! Tudo bem?


- Hoje, terça-feira, dia 09 de de março de 2021, é celebrado o ‘Dia Internacional do DJ’.

Gente coisa é outra fina
O governo brasileiro enviou uma missão diplomática a Israel no último fim de semana. Bacana, hein? A tal missão foi averiguar ‘in loco’ como andam as experiências com um produto de aplicação tópica que é a nova obsessão do presidente (sim, uma hora é o nióbio, outra a hidroxicloroquina e o tratamento precoce e dia sim, dia também aquela obsessão pelo tratamento bem gentil, educado e afetuoso com a imprensa) para ser usado no tratamento da Covid-19.
A verdade é que o presidente quer uma espécie de ‘bala de prata’ para acabar com a pandemia. Coisa de sonhador (para ser gentil, educado e afetuoso com o presidente, tá certo?). A tal ‘bala de prata’ de Bolsonaro é um spray nasal que está na fase inicial de estudos (a previsão é que tais estudos estejam concluídos no fim deste mês de março) em Israel, o EXO-CD24.
Em tempo: lá em Israel o que está resolvendo muitíssimo bem a questão da pandemia da Covid-19 é a vacinação, ‘tá ok’?
Voltando à missão diplomática que foi a Israel: ela é integrada pelos deputados federais Eduardo Bolsonaro e Hélio Lopes, por Fábio Wajngarten (Ministério das Comunicações), Filipe Martins (Presidência da República), embaixador Kenneth Félix Haczynski da Nóbrega (Ministério das Relações Exteriores), Hélio Angotti Neto (Ministério da Saúde), Marcelo Marcos Morales (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), Max Guilherme Machado de Moura (Presidência da República), e secretário Pedro Paranhos (Ministério das Relações Exteriores). Como se pode ver, é uma missão de curiosos e não de cientistas, pesquisadores ou que tais.
Do que se pode ou poderá esperar de tão nobre missão, parece que a gafe do ministro brasileiro de Relações Exteriores Ernesto Araújo – que foi repreendido pelo cerimonial para que usasse máscara ao se deixar fotografar ao lado do chanceler israelita Gabi Ashkenazi – foi o ponto alto da viagem. Mas não foi só isto: ao se encontrar com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, o filho Zero Três (Eduardo Bolsonaro) do presidente usava máscara abaixo do nariz...
Bem, a diplomacia brasileira perdeu mais uma e o Brasil ficou um pouquinho menor do que já estava. O Itamaraty não terá saudades de Ernesto Araújo.

Por último, mas não menos importante: abaixo seguem duas fotos da missão diplomática. Na hora do embarque para Israel e logo após o desembarque.

Repare, leitor, que no Brasil os ilustres curiosos, digo, viajantes não usam máscaras. Uma vez em Israel, tudo muda de figurino.


Hora do embarque, no último dia 06 (sábado)


Hora do desembarque em Israel. Todos de máscaras..!

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Sorte e saúde sempre!


"A burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor".
'O mundo não será salvo pelos caridosos, mas pelos eficientes'.

Roberto Campos